Amor não se improvisa!

Amor não se improvisa!

 

 

 

 

 

O momento vivido foge totalmente de qualquer preparo para seu enfrentamento; algo novo pegou toda a humanidade de “calças curtas”, trazendo dores e desestabilizando a vida de todo os seres, independente de fronteiras, raças, credos ou nacionalidades.

Ouvi, na semana passada, em uma aula com Patrícia Tourinho a frase “Estamos todos improvisando!” e desde então, ela faz eco em minha mente.

Diante de uma pandemia como esta só podemos improvisar!

Improvisamos para sobreviver, para conviver, para curar, para morrer e para lidar com as múltiplas perdas que ora enfrentamos.

Diante dos improvisos temos, no entanto, que usar com consciência e presteza nossa inteligência emocional, nossa empatia para o convívio em nossos lares.

Não podemos improvisar quando se trata de amor ao próximo, àqueles de nossa casa, que, também estão de quarentena, em nosso convívio.

Conviver não é tarefa fácil, uma vez que cada um de nós, em seu egoísmo, insiste em não dividir espaço e tempo com os demais que também estão na mesma situação.

Desenvolver e praticar empatia é imprescindível para entender que, em nossos lares, nossos familiares, adultos ou crianças, também tiveram suas rotinas modificadas e lidam com isso com dificuldades e dores, como todo mundo.

Então, sigamos improvisando, mas diante do nosso próximo, ajamos com a certeza de nossas ações, lembrando de ouvir, acolher, entender e dialogar, ferramentas que podem fazer este período se tornar mais leve, mais empático e quem sabe, mais tranquilo. Amor não se improvisa!

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