Um contador de histórias é um criador de mundos.

É desta forma que dirijo esta singela homenagem ao contador de histórias Sant Lee que partiu para outro universo na data de ontem.

O jovem Stan Lee começou a criar mundos com a história “Captain America Foils the Traitor’s Revenge”, na revista Capitão América nº 3, lançada em maio de 1941, um conto ilustrado pelo grande Jack Kirby.

Além da estreia de Stan Lee, foi ali que ele também criou o principal golpe desse herói, jogar o seu escudo e vê-lo retornando às suas mãos.

The Destroyer foi o primeiro personagem de quadrinhos que ele criou, ainda em 1941.

Assim começava a criação de universos e mundos desse grande contador de histórias, trazendo ao mundo o Homem Aranha, Thor, Hulk, Vingadores, Quarteto Fantástico, X-Men entre tantos outros; isso sem falar na galeria de vilões como Doutor Octopus, o Abutre, Thanos, Ultron, Caveira Vermelha e tantos outros.

A criação permanece mesmo com o retorno do criador a outro plano.

Suas histórias, suas motivações e seus heróis ficam para continuar lutando contra o mal, servindo de exemplos para todos aqueles que cresceram curtindo suas histórias, que ainda curtem e àqueles que aprenderam a viajar por suas histórias e criações.

Um contador de histórias nunca morre pois, em suas histórias, fica, na eternidade, sua pena criativa e sua mente criadora.

No caso do grande Stan Lee, fica a imagem de um homem de óculos de aro grosso, magro, bigode e que aparecia, de repente, em seus filmes, atuando conjuntamente com suas criações (privilégio para poucos contadores de histórias). Fica ainda a saudade de suas aparições repentinas que surpreendia àqueles que assistiam os filmes da Marvel.

Parte o homem, deixando para todos nós, suas histórias, criações e o exemplo de que contar histórias é uma forma de criar mundos.

Obrigado amigo contador de histórias!

Um grande abraço,

Professor Robson Santos

O Construtor de Pontes

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